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Lombada Eletrônica Orçamento

Lombada eletrônica para condomínio

Uma coluna na calçada mede a velocidade de cada carro e mostra o número em verde ou vermelho antes do ponto perigoso. Funciona com energia solar, não exige obra na rua e não multa ninguém.

Lombada eletrônica em coluna na calçada de uma rua de condomínio ao anoitecer, mostrando 28 em LED verde para o carro que se aproxima
( sem câmera · sem multa · sem obra na pista )

Quem mora em condomínio horizontal conhece a cena: a rua interna é larga, reta e sem trânsito, e alguém sempre passa rápido demais perto da área das crianças. O quebra-molas resolve à força e incomoda todo mundo, inclusive quem já vinha devagar. A lombada eletrônica faz outra coisa: mostra ao motorista a velocidade em que ele está, no momento em que ele ainda pode corrigir.

O equipamento que a Revlo fabrica é educativo. Um radar Doppler mede quem se aproxima, o display de LED mostra o número, e a cor muda conforme o limite configurado para aquela rua: verde abaixo, vermelho acima. Não há câmera e não há autuação. Para o síndico, isso quer dizer uma compra sem processo junto ao órgão de trânsito para multar e sem conta de energia depois, porque o painel solar fica no próprio equipamento.

O nome que o morador usa: radar de velocidade

Na reunião de condomínio quase ninguém fala "lombada eletrônica". O pedido chega como "precisamos de um radar de velocidade na rua de baixo" ou "coloca um radar para condomínio na entrada". É o mesmo equipamento. A diferença que importa é outra: radar de rua que gera multa é operado pelo órgão de trânsito, com câmera e aferição do Inmetro. O radar de velocidade para condomínio que faz sentido numa via interna é o que mostra o número e deixa a correção com o motorista. A comparação completa está em lombada educativa.

Onde colocar no condomínio

O ponto certo é antes do lugar onde o risco aparece, com o display de frente para quem chega. No condomínio, quatro lugares merecem a primeira olhada:

  • Entrada, logo depois da portaria. O motorista ainda está na velocidade da rua de fora. É ali que ele precisa ver o primeiro número.
  • Rua interna longa e reta. Trecho sem curva convida a acelerar. O display no meio da reta quebra esse ritmo.
  • Área de lazer, parquinho e quadra. Criança atravessa sem olhar. A coluna vai antes da travessia, no sentido de quem vem.
  • Saída de garagem coletiva e rampa. Carro saindo de ré encontra carro passando. O número na tela faz quem passa chegar mais devagar.

A coluna fica na calçada, ao lado da via. A base é presa ao piso com chapa e chumbadores, então a pista continua lisa e ninguém precisa interditar a rua para instalar. Os detalhes do ponto e da base estão em instalação de lombada eletrônica.

Fixa ou móvel no condomínio

Para um ponto que vai ficar para sempre, como a entrada, a fixa em coluna é a escolha natural: é o modelo mais simples, custa menos que a móvel e não ocupa vaga. A móvel vem sobre um reboque com quatro pés estabilizadores e não deixa nada no piso. No condomínio ela serve para dois casos: testar um ponto antes de decidir pela compra, ou cobrir uma obra interna temporária, como a construção de novas casas, quando caminhão e morador dividem a mesma rua por alguns meses. Para testar, a locação costuma ser o caminho; prazo e valor estão em aluguel de lombada eletrônica.

Roteiro para levar à assembleia

Se a compra precisa passar pela assembleia, a discussão anda mais quando os moradores recebem o problema, as alternativas e o custo antes da reunião. Este é o roteiro para o síndico montar a pauta:

  1. O problema, por escrito. Onde acontece, em que horário e o que já ocorreu. Valem as ocorrências do livro da portaria, as reclamações por e-mail e os quase-acidentes relatados por moradores. Se o condomínio tem câmera na rua interna, um trecho de vídeo mostra mais do que qualquer argumento. A lombada também gera números: ela grava a velocidade e o horário de cada passagem, e os dados são extraídos da placa do equipamento. Alugar uma móvel por algumas semanas antes da assembleia mostra quantos passam acima do limite e em que horário.
  2. As opções lado a lado. Quebra-molas, placa de limite e lombada eletrônica, com o que cada uma exige de obra, o que faz com o carro de quem passa todo dia e se a ambulância precisa frear. O comparativo pronto está em como reduzir a velocidade em condomínio e empresa.
  3. O custo. A proposta da fábrica traz o valor da compra ou do aluguel e chega em até 2 horas. A instalação é feita pelo condomínio, com equipe própria ou contratada. Depois de instalada, não há conta de energia, porque a alimentação é solar. Divida o total pelo número de unidades para mostrar quanto cada casa paga. Veja o que entra no preço em preço da lombada eletrônica.
  4. Quem aprova. A convenção do condomínio define a competência das assembleias e o quórum de cada deliberação (Código Civil, art. 1.334, III). Leia a sua antes de marcar a reunião e, na dúvida, confirme com a administradora.
  5. A regra que acompanha o equipamento. O display avisa, mas o limite de velocidade e o que acontece com quem não respeita ficam no regimento interno. Leve essa proposta junto: o limite (veja velocidade máxima em condomínio) e, se houver, a sanção.

Peça a proposta antes da assembleia. A resposta chega em até 2 horas, e a proposta pode ir anexada à convocação e à ata. O pedido sai pela página de orçamento de lombada eletrônica.

O que a lei diz sobre a via interna

Desde 2015, o Código de Trânsito Brasileiro considera vias terrestres as vias internas dos condomínios constituídos por unidades autônomas (CTB, art. 2º, parágrafo único). Na prática, as regras do CTB valem dentro do condomínio.

Sobre placas, o art. 51 do CTB diz que a sinalização de regulamentação da via interna é implantada e mantida pelo condomínio, depois que o órgão de trânsito com circunscrição sobre a via aprova o projeto. Isso vale para a placa de limite de velocidade. O display educativo é outra coisa: ele mostra a velocidade medida e não impõe regra a ninguém.

E a multa para o morador?

O equipamento não multa. Se o condomínio quiser punir quem passa acima do limite, a sanção precisa estar prevista na convenção ou no regimento, e é aplicada pelo síndico, sem relação com a CNH. Como montar essa regra está em condomínio pode multar por excesso de velocidade?.

Perguntas frequentes

A lombada eletrônica do condomínio multa o morador?

Não. O equipamento é educativo: mede a velocidade e mostra o número, sem câmera e sem autuação. Uma multa interna só existe se a convenção ou o regimento previrem, e quem aplica é o síndico.

Precisa puxar energia até o ponto?

Não. O painel solar fica no próprio equipamento. Não há ligação à rede, vala para cabo nem conta de energia.

Precisa quebrar a rua para instalar?

Não. A fixa vai na calçada, presa ao piso por uma base com chapa e chumbadores. A móvel apoia nos quatro pés do reboque e não deixa nada no piso quando sai.

Quanto custa uma lombada eletrônica para condomínio?

O valor sai por proposta: muda com o modelo, a altura do poste e o número de pontos. A fábrica responde em até 2 horas. Os detalhes estão na página de preço.

Dá para testar antes de comprar?

Dá, alugando a versão móvel por um período combinado na proposta. Como ela grava a velocidade e o horário de cada passagem, o teste já dá à assembleia números do próprio condomínio.

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Diga onde fica o ponto, se é compra ou locação e quantos equipamentos. A fábrica responde em até 2 horas.

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